Postado em LPUnderground por Diego Izkrokatz as 0:05
Notícia do LPUnderground:
Nós estamos animados para anunciar um novo tipo de associação ao LPU. Agora por apenas 25 dólares, você pode se tornar um membro anual do LPU e receber um cartão laminado de embro que lhe dará entrada mais cedo aos shows do Linkin Park. Você também ganhará todos os outros benefícios do LPU durante um ano incluindo a oportunidade de ir em meet & greets, pré-venda de ignressos, episódios do LPU-TV, música exclusiva, acesso online a comunidade e mais. Esses membros também serão capazes de comprar ingressos para LPU Summit Internacionais por uma taxa adicional. LPU11 PLUS Membership ainda está disponível por 60 dólares e inclui o pacote completo e ingresso de graça para os Summits. O passe de 10 dólares não está mais disponivel para comprar. Se você não renovou o LPUX, você pode ver a nova opção de filiação no LPUnderground.com.
Para aqueles que compraram o LPU11 Annual Membership por 60 dólares até agora, nós gostariamos de agradecer por sua dedicação, garantindo que você vai ser selecionado para uma meet & greet durante o próximo ciclo de turnêdo Linkin Park. Se o dia que você quiser ir no show e quiser estar na lista do meet & greet, mande um email para lpuhq@lpunderground.com com o assunto “LPU11 ANNUAL MEET & GREET: (CIDADE)“. Ingressos para shows NÃO estão incluidos.
Postado em LPUnderground por Diego Izkrokatz as 15:02
Segundo o Linkin Park Underground Rob Bourdon irá participar de um chat com os membros do clube oficial dia 30.01.2012, veja o que foi postado no site:
Devido a imprevistos, o chat do LPU com Joe foi adiado. Entretanto, Rob Bourdon irá no chat com os membros na segunda, 30 de Janeiro em torno das 3:30pm PST (21:30 em Brasília). Esse horário é sujeito a mudanças, podendo ser mais cedo ou mais tarde. Por favor chegue um pouco mais cedo para garantir. O chat com o Joe será reagendado depois.
Dizem que o chat será as 21:30 daqui do Brasil, mas vamos chegar antes lá né?
Postado em Mike Shinoda por Diego Izkrokatz as 19:00
Como todos deveriam saber, Mike Shinoda fez a trilha sonora do filme The Raid (não é a música de trailer bla bla e sim os sons de fundo que aparecem em cada cena do filme). The Raid foi exibido no Sundance Film Festival, um festival que mostra filmes independentes produzidos pelo mundo. E Mike esteve lá e fez atualização sobre sua passagem. Confira o post traduzido do blog dele abaixo:
Tive um bom tempo na Sundance esse fim de semana passado. Isso foi a premiere do filme com uma nova trilha sonora. Todos as premiações exibidas no filme até o momento foram com a trilha sonora anterior, e as opiniões têm sido surpreendentes…então eu estava um pouco nervoso para ver como os críticos reagiriam a ele com a nova música. Preciso dizer que fiquei aliviado ao ver que as pessoas ainda gostaram, alguns dizendo que eles gostaram mais ainda com a nova música.
Eu fui na premiere com um velho amigo, Ken Block. Muitos de vocês provavelmente conhecem ele disso. Ken iniciou os tênis da DC de novo, e é um cara muito inspirador e divertido.
Quando a premiere acabou, mudamos para relaxar, nos reunimos com alguns amigos em comum para comemorar. Conheci Steve Berra. Cara incrível, eu poderia ter falado com ele por horas.
Falei com a imprensa um pouco, com o diretor (Gareth Evans) e meu parceiro de trilha sonora (Joe Trapanese). Grandes caras.
Terminamo o fim de semana com uma festa para The Raid, e um setlist por Deadmau5.
Apesar de tudo, uma grande viagem. Muitas opiniões incríveis sobre o filme e o nova trilha sonora. Aqui está um aperitivo (super sangrento) novo do que você estará na loja para quando o filme sair em alguns meses …
Segundo a LPLive Chester participou em uma música do show de lançamento do novo álbum do Julien-K, We’re Here With You que aconteceu ontem dia 21 de Janeiro de 2012. Segue a playlist abaixo do show do Julien-K:
01. We’re Here With You
02. Futura
03. Surrounded By Cowards
04. Fail With Grace
05. I’ll Try Not To Destroy You (feat. Chester)
06. Palm Springs Reset (feat. Chester)
07. Kick The Bass
08. Close Continuance
09. Breakfast In Berlin
10. Someday Soon (Headcleanr Remix)
11. Maestro (Koma + Bones Remix)
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12. Cruel Daze Of Summer
Postado em Rob Bourdon por Diego Izkrokatz as 0:00
Em comemoração ao 33º aniversário de Rob Bourdon, o nosso baterista preferido, nós da Road To Revolution e fãs fizemos uma homenagem para ele. Devido ao pouco tempo que fizemos não ficou uma grande homenagem, mas serve pra demonstrar o quanto nós gostamos dele, afinal sem o baterista a banda não seria nada.
Robert Gregory Bourdon ou mais conhecido como Rob Bourdon, nascido em 20 de Janeiro de 1979 é o baterista do Linkin Park.
Quando pequeno, Rob era forçado a estudar piano. Hoje em dia ele toca sempre que tem tempo livre. Quando tinha nove anos de idade, Rob foi ao The Great Western Forum para assistir ao show da banda Aerosmith (reza a lenda que sua mãe foi namorada do baterista do Aerosmith e foi ela quem ajudou a escolher o nome da banda). Este foi seu primeiro show. Depois de vê-los tocar ele desejou um dia estar lá no palco tocando bateria. Aos 10 anos começou a tocar bateria e aos 13 anos e ele tocava músicas cover com seus amigos. Segundo ele, foi muito bom ver o nome da banda dele no anúncio de shows da casa onde ele se inspirou a tocar bateria. Tocou em várias bandas quando era jovem. Em uma delas, tocou com Brad Delson. A banda se chamava Relative Degree, era uma mistura de rock com rap e funk e o único objetivo real deles era tocar no The Roxy, quando finalmente alcançaram o objetivo, a banda acabou. Quando entrou no colegial, era ligado em funk.
Mais para a frente, Rob se juntou a Brad e Mike e juntos eles fundaram a banda Xero, que viria a ser o Linkin Park.
Apesar de não ser o garoto propaganda da Matix (Linha de roupas) Rob quase sempre usa nos shows camisetas com a marca estampada. No Clipe live de Points Of Authority aparece ele usando uma.
Rob é muito perfecionista, quando era criança ficou 3 horas sentado num canto de sua casa até aprender a amarrar os sapatos. Segundo eles, ele não erra nem mesmo nas gravações de vídeo clipes. Rob não teve que regravar nada para fazer o Reanimation, mas ele estava decidido a ouvir o trabalho de seus companheiros de banda, e expressar suas opiniões. Se ele não gostasse teria que falar, e os outros teriam que mudar tudo para ficar melhor. Rob toca bateria com sapatos de pilotos de carro. Segundo ele, isso dá a ele mais controle sobre os pedais da bateria. Gosta de tocar piano e surfar quando tem tempo livre. Rob já foi garçom. Seu momento mais emocionante foi receber a plaquetas de ouro pelo CD Hybrid Theory.
Vídeo que nós fizemos para o níver:
Imagens de alguns fãs homenageando o Rob (clique nelas para ver a imagem maior).
Queremos agradecer a quem colaborou:
Daniel Silva (Salvador – Bahia) Lílian Rachel (Timon – Maranhão) Evellyn (Teresina – Piauí) Adriano Luiz (São Paulo – SP) Danielle Brito (São Luis – Maranhão)
Adriana
E não se esqueçam, dia 08 tem aniver do Phoenix, então pedimos colaboração para o dele, e com certeza a homenagem vai ser melhor então mander suas fotos para niverlp@roadtorevolutionbr.com no máximooooo 06/02 que dessa vez faremos um vídeo com as fotos :)
E nesta semana a revista Kerrang! fala sobre os 50 álbuns que você deve estar atento em 2012 que vão ser lançados, e o Linkin Park está entre eles e fala sobre como será o próximo álbum da banda numa entrevista para a Kerrang! Veja a matéria traduzida aqui no site abaixo.
Em A Thousand Suns, Linkin Park se arriscou. E valeu a pena. E agora? Agora é tempo de se reconectar ao passado.
Em que ponto do álbum vocês estão?
“Nós conseguimos um bom ritmo. Há sempre um ponto, em cada gravação, onde nós realmente achamos nosso foco e isso gera muito material e, no último mês e meio, nós realmente atingimos esse ponto. Estamos trabalhando realmente duro no estúdio agora.”
Muitas bandas demoram mais entre um álbum e outro conforme vão se estabelecendo. Vocês estão indo na direção contrária…
“Absolutamente, e isso é um esforço consciente da nossa parte. Para nós, seria realmente dificil perder o foco e tornar o cronograma mais curto.”
Como o material está soando?
“Bom, o último álbum foi realmente um esforço de acabar com a maneira como nos víamos e com as definições que outras pessoas colocavam em nós. Tivemos muito sucesso no início da nossa carreira e nós éramos vistos de uma certa maneira. Nós realmente queríamos nos livrar disso e para fazer tal coisa, tivemos que experimentar muitos sons diferentes.
Nós ficamos confortáveis saindo da ‘caixa’, mas com o novo cd, o que eu estou notando e o que eu estou tentando é ficar confortável com o nosso velho eu também. No último cd, se algo soava como o estereótipo do Linkin Park, os caras se viravam contra isso, apenas porque soava familiar. Desta vez não estamos com tanto medo de soar como nós e está sendo uma boa mistura de velho e novo.”
Então o último álbum foi uma curva deliberada?
“A Thousand Suns foi intencionalmente polarizador. Foi mais um álbum de estilo conceitual, que nós sabíamos que não iria agradar a todos. Não só nossos fãs, mas os fãs de música em geral agora digerem as coisas mais em um formato único de canções, singles. Sabíamos que lançar um álbum como aquele, onde todos os sons se completam, seria um desafio.”
Liricamente, vocês continuam se concentrando em questões externas em vez de pessoais?
“Eu acho que está voltando a ser um álbum mais pessoal e quando sai disso e vai para uma visão mais global, tende a tratar mais do lado social do que do político. Não vejo este álbum como político, de maneira nenhuma.”
Qual é a vibe do estúdio com o Linkin Park? Há uma concepção de que vocês são perfeccionistas…
“É uma mistura estranha de perfeccionismo e caos total! Há momentos em que é mais produtivo apenas perambular através das ideias que começam a surgir, sem ligar muito para tempo, estrutura ou pontos de referência. Às vezes ir a fundo é a melhor coisa a se fazer, mas também há vezes em que as coisas vão ficando bastante científicas ou matemáticas, entrando no modo de trabalho no computador e tentando ter certeza de que cada pequena edição sai perfeita, em busca dos mehores resultados.”