Forgotten

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From the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I’ve forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture is there
The memory won’t escape me
But why should I care (2x)

There’s a place so dark you can’t see the end
(Skies cock back) and shock that which can’t defend
The rain then sends dripping acidic questions
Forcefully, the power of suggestion
Then with the eyes shut looking thought the rust and rottendust
A small spot of light floods the floor
And pours over the rusted world of pretend
The eyes ease open and its dark again

From the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I’ve forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture is there
The memory won’t escape me
But why should I care

In the memory you’ll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up

Moving all around
Screaming of the ups and downs
Pollution manifested in perpetual sound
The wheels go round and the sunset creeps past the
Street lamps, chain-link, and concrete
A little piece of paper with a picture drawn
Floats on down the street till the wind is gone
The memory now is like the picture was then
When the paper’s crumpled up it can’t be perfect again

From the top to the bottom
Bottom to top I stop
At the core I’ve forgotten
In the middle of my thoughts
Taken far from my safety
The picture is there
The memory won’t escape me
But why should I care (2x)

In the memory you’ll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up

Now you got me caught in the act
You bring the thought back
I’m telling you that
I see it right through you (7x)

In the memory you’ll find me
Eyes burning up
The darkness holding me tightly
Until the sun rises up (2x)

De cima para baixo
De baixo pra cima eu paro
No caroço eu esqueci
No meio de meus pensamentos
Levado longe de minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que se eu deveria me preocupar (2x)

Há um lugar tão escuro que você não pode ver o fim
(Céus levantam atrás) e choca o que não pode se defender
A chuva então envia perguntas ácidas gotejando
Vigorosamente, o poder de sugestão
Então com os olhos olhando firmemente fechado
Olha o pensamento só o pó ferruginoso e podre
Uma mancha de inundações claras no chão
E se derrama em cima no mundo enferrujado de falsos
Os olhos ficam aliviados quando abertos e fica escuro novamente

De cima para baixo
De baixo pra cima eu paro
No caroço eu esqueci
No meio de meus pensamentos
Levado longe de minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que se eu deveria me preocupar (2x)

Na memória você me achará
Olhos que queimam
A escuridão que me segura firmemente
Até que o sol apareça

Mexendo pra todo lado
Gritos das descidas e subidas
Poluição manifestou-se num som perpétuo
As rodas vão em volta e o pôr-do-sol rasteja
Além do Abajures de rua, cadeia-ligação, e concreto
Um pequeno pedaço de papel com um desenho pintado
Flutua pela rua até o vento parar
A memória agora é como o quadro era antes
Quando o papel está amassado não pode ser perfeito de novo

De cima para baixo
De baixo pra cima eu paro
No caroço eu esqueci
No meio de meus pensamentos
Levado longe de minha segurança
O quadro está lá
A memória não me escapará
Mas por que se eu deveria me preocupar (2x)

Na memória você me achará
Olhos que queimam
A escuridão que me segura firmemente
Até que o sol apareça

Agora você me pegou no ato
Você traz o pensamento de volta
Eu estou lhe contando isso
Eu vejo isto por você (7x)

 

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