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mai 2010 15

Há 3 anos2

Postado em Linkin Park,Outros por Junior Kenji as 0:03

Exatamente em 15/05/2007 era lançado o terceiro álbum de estúdio do Linkin Park, o Minutes To Midnight. Logo após o disco vazar, ele causou uma certa polêmica, principalmente entre os fãs mais antigos da banda, que não aceitaram a mudança de direção do som e estilo do grupo.
Eles decidiram criar o álbum totalmente ao contrário do que estavam acostumados, nas músicas onde normalmente entraria o Rap foi colocado Rock e onde as músicas pediam guitarras foi colocado batidas de Hip Hop. Para essa mudança drástica chamaram o produtor Rick Rubin. Mike chegou a comentar que na primeira reunião com Rick ele chegou e disse ” Vocês tem que deixar de lado os preconceitos, não há limite para o som” para isso passaram quase um ano e meio em estúdio, e ainda lançaram um desafio para os críticos a criar uma “Nova Classificação” para a banda por que os velhos rótulos de New Metal não serviam mais. O disco trouxe músicas mais pop com baladinhas como por exemplo Shadow Of The Day e Leave Out All The Rest, e também In Between, esta última cantada por Mike. Veja algumas informações do disco abaixo:

Tracklist

01. Wake – 1:43
02. Given Up – 3:11
03. Leave Out All the Rest – 3:31
04. Bleed It Out – 2:46
05. Shadow of the Day – 4:52
06. What I’ve Done – 3:28
07. Hands Held High – 3:55
08. No More Sorrow – 3:43
09. Valentine’s Day – 3:18
10. In Between – 3:18
11. In Pieces – 3:38
12. The Little Things Give You Away – 6:25

Data de lançamento:: 15 de Março de 2007
Gravadora:: Warner Brothers Records
Local: –
Duração: 40 min. 77 seg.
Info: Gravado entre junho de 2006 e janeiro de 2007, teve a sua data de lançamento no dia 15 de março de 2007.
Foi o álbum mais vendido no ano em todo mundo e o terceiro no Brasil. Foi o primeiro trabalho de estúdio da banda que recebeu a etiqueta Parental Advisory, pelas letras com conteúdos explícitos.
Vendeu mais de 3 milhões de copias nas quatro primeiras semanas de vendas e atinge hoje o número de 7 milhões.
Foi produzido por Rick Rubin.

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mar 2010 30

Julien-K “Death To Digital X”2

Postado em Outros por Luís Felipe as 18:03

No próximo dia 27 de abril, o Julien-K irá lançar um álbum de remixes chamado “Death To Digital X”. No disco haverá um remix da faixa “Death To Analog” feito por Mike Shinoda.

Confira abaixo a tracklist.

Someday Soon (Headcleanr Remix)
Stranded (Jagz Kooner Remix)
Disease (Franz & Shape Remix)
Forever (Bon Harris Remix)
Kick The Bass (She Wants Revenge Remix)
Systeme de Sexe (Combichrist Remix)
Death To Analog (Mike Shinoda Remix)
Technical Difficulties (Photek Remix)
Dreamland (Dave The Hustler – In Hustler’s Dreams Remix)
Technical Difficulties (iPunk Remix)
Death To Analog (Tim Palmer’s Xtended Dub)
Someday Soon (Fu’s Dirty Edit)
Systeme de Sexe (iPunk Remix)
Technical Difficulties (Bryan Black Remix)
Maestro (Brandon Belsky Remix)
Technical Difficulties (Bryan Black Synth Attak)
Disease (Chris Holmes Remix)

Thanks: LPLive.net

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mar 2010 17

Segundo o twitter de Chester o álbum do Julien-K’s “Death to Analog” já está disponivel na Europa, você pode adquirir no site da amazon.de a sua versão. E ainda confira Aqui uma entrevista com Amir Derakh e o resto da banda.

Thanks: amazon.de

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fev 2010 26

Neil Daniels – “Linkin Park – An Operator’s Manual”Comentários desativados

Postado em Linkin Park,Outros por ChazyChaz-Kelvin as 18:55

O site OMEGA’S APPLE, que realiza entrevistas com autores de livros, divulgou no dia 21 desse mês uma entrevista (realizada por e-mail) com o jornalista/escritor britânico especialista em Rock e Heavy Metal Neil Daniels.

Neil, autor do livro Linkin Park – An Operator’s Manual, lançado em outubro de 2009 pela editora Chrome Dreams além de indagado sobre o seu livro e sua carreira, revelou de quais albúns do LP ele mais ouve e gosta e os classificou. Ele ainda citou que o LP merece mais respeito e reconhecimento, principalmente por parte da mídia.

Eis alguns trechos da entrevista:

Apple Omega: Como você chegou a escrever o ‘Linkin Park – An Operator’s Manual’, e para aqueles que possam estar curiosos, você pode explicar o que seria “um manual de operadores’?

Neil Daniels: É basicamente como os livros de ajuda, que funcionam como guia, que você vê em toda parte, mas é evidente que não poderia nomeá-lo assim, por razões legais. Não é uma biografia ou um livro de A a Z, mas é feita de capítulos separados, lidando com os diferentes aspectos da banda; então é uma bio mais direta, com informações sobre os seus projetos a solo, pessoal associado a banda, discografias, datas de shows, etc. Não é um livro que você deve ler inteiro, mas você pesquisar algo lá, para referência. Fui convidado a escrevê-lo pelo Chrome Dreams, depois que eu fiz o livro do Bon Jovi para eles.

Apple Omega: Claro, o livro aborda cada álbum de Linkin Park em detalhe. Com isso em mente, eu gostaria de saber as suas opiniões e sentimentos de cada álbum de estúdio do Linkin Park. Vamos começar com o álbum ‘Hybrid Theory’, de 2000, que recebeu o primeiro certificado de diamante (pela RIAA) da banda. Na sua opinião, o que fez o álbum de estréia ‘Hybrid Theory’ ser o álbum mais vendido do século XXI?

Neil Daniels: Eu ainda acho que é melhor álbum deles. Era totalmente diferente de tudo ao mesmo tempo e ainda soa forte e energético hoje em dia. Há mesmo um som de metal, que é de interesse para os fãs de metal, e o rap, trouxe os fãs de rap. Eu realmente não me importo com o rap/hip-hop, mas ele fica muito bom nas coisas do Linkin Park.

Apple Omega: O segundo álbum de estúdio “Meteora”, chegou em 2003. Você acha que este álbum foi criado para superar o ‘Hybrid Theory’? Ou talvez você acha que foi apenas uma tentativa de replicar o sucesso da estréia?

Neil Daniels: Eles tem seus próprios méritos mas foi uma tentativa da banda de replicar o primeiro álbum e, por essa razão, não foi muito bem aceito pelos críticos mas, mesmo assim, vendeu milhares de cópias. Eu gostei dele e ainda tem o ouço de vez em quando.

Apple Omega: No final de 2004, teve o lançamento do Collision Course, um EP que misturou as músicas do grupo, com o material do Jay-Z. Foi um movimento inspirado ou um grande erro?

Neil Daniels: Em termos de criatividade, forneceu uma saída para a banda para experimentar mais os elementos do hip-hop e rap. Mas isso não foi bem aceito pela base de fãs que curtem mais o lado metal e os críticos não estavam muito interessados. Eu particularmente não gostei e nunca mais o ouvi por diversão.

Apple Omega: O ‘Minutes To Midnight’, de 2007, foi provavelmente uma tentativa de mudar o estilo musical do grupo, um pouco. Você acha que essa foi uma transição bem-sucedida ou que o Linkin Park ficou com uma identidade confusa?

Neil Daniels: Eu realmente gosto do ‘Minutes To Midnight’. Tem um som de rock clássico que o Rick Rubin, obviamente, trouxe para a mesa. Tem algumas melodias fantásticas e refrões cativantes. OK, pode não soar como o “Hybrid Theory”, mas e daí? Eles pareceriam que estavam sendo aniquilados por isso (no caso, pelo “Meteora”). Você não pode se superar. É bom para as bandas explorarem novos empreendimentos musicais. Aquelas músicas do ‘Minutes’ soam muito bem ao vivo também.

Apple Omega: E, finalmente, como é que você pessoalmente resume as realizações musicais do Linkin Park no mundo da música, no geral? De que formas eles possivelmente moldaram o cenário musical? Uma matéria até chegou a dizer que o livro do Linkin Park, “trata da mesma maneira como tratam o Bon Jovi, U2 e Nirvana”.

Neil Daniels: Bem, eu não escrevi essa matéria. Eles certamente merecem mais respeito do que eles estão dando. Eu acho que eles têm seu próprio estilo de som, que era totalmente diferente de qualquer outro e eles mostraram a todos como explorar novas ideias e mudar o seu próprio “estilo musical”. Isso me confunde, por que eles não são totalmente reconhecidos criticamente. Claro, nem tudo o que eles têm feito é fantástico, mas eles merecem mais reconhecimento e as suas apresentações ao vivo são extremamente contagiantes. Eles, certamente, não são uma banda corporativa, ao contrário do que a maioria acha. Eles tiveram a ajuda do pessoal da gravadora mas eles não foram criados por nenhuma gravadora. Muitas das bandas são ridicularizadas durante a primeira década (ou por duas) da sua carreira e então eles se tornaram extremamente populares… dê uma olhada no AC/DC. É com altos e baixos.

Fonte: OMEGA’s APPLE / LinkinPark:br

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fev 2010 26

Krwling nos Jogos Olímpicos de InvernoComentários desativados

Postado em Outros por Leonardo as 18:48

Como já informamos aqui antes, a instrumental de “Numb” foi usada em uma das apresentações de patinação artística dos Jogos Olímpicos de Inverno que estão acontecendo em Vancouver, no Canadá. Novamente uma música do Linkin Park foi usada na mesma modalidade da competição. Desta vez, foi o casal britânico Sinead e John Kerr que usaram Krwling, versão remix de Crawling do álbum Reanimation, para a apresentação.

Fonte: Los Angeles Times

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fev 2010 15

Olímpiadas de Inverno 2010 – Linkin ParkComentários desativados

Postado em Outros por ChazyChaz-Kelvin as 7:30

Hoje, durante as Olimpíadas de Inverno, que estão sendo realizadas em Vancouver, Canadá ocorreu um fato que podemos até classificar como inusitado:

Durante a competição de patinação artística (em duplas), a dupla britânica Stacey Kemp (21) e David King (25) se apresentou ao som de uma versão instrumental de Numb. Apesar de não terem cometido erros, terminaram a competição na 16ª posição com 48.28 pontos, devido à apresentação muito simples.

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